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sábado, 2 de julho de 2011

Carro do Futuro


Para rodar

Os carros brasileiros do amanhã utilizarão pneus com sensores que vão monitorar a temperatura e a pressão interna do pneu, alertando aos condutores do veículo sobre possíveis erros na condição do uso. Outra evolução dos pneus é a capacidade de rodar vazios em maior escala, isso graças à nanotecnologia empregada nos compostos de borracha.

A roda não terá aço, alumínio ou ligas metálicas. Ela será de plástico. Por meio da nanotecnologia, empresas vão conseguir desenvolver uma peça mais resistente e ao mesmo tempo mais leve. A grande barreira é conseguir chegar a algo tão resistente que suporte o peso do automóvel.

Trocando a marcha

Os câmbios automatizados já chegaram ao mercado. Trata-se de um sistema que oferece a mesma praticidade de um câmbio automático, porém com a vantagem de ser mais barato. Ao contrário dos automáticos, os robotizados não usam conversor de torque, oferecendo maior custo/benefício, economia e agilidade. Recentemente a General Motors lançou o Chevrolet Meriva Easytronic equipado com o sistema Auto Shift Gearbox, fabricado pela alemã Luk.

A Magneti Marelli pretende colocar o Free Choice nas concessionárias em fevereiro. Tudo indica que o projeto sairá das pranchetas para embarcar em um Fiat Stilo.

Combustíveis

Bosch, Marelli e Delphi mostraram, cada uma, seu sistema de partida frio para automóveis com tecnologia flexível de combustível. Com as novas tecnologias, o usuário poderá ligar o automóvel abastecido a álcool, em temperaturas abaixo de 0º C, sem precisar da ajuda da gasolina. É o fim do tanque de combustível auxiliar no cofre do motor. O processo é praticamente o mesmo em todas as marcas. Um aquecimento faz o etanol atingir a temperatura ideal para a queima.

A Muller lançou uma novidade prática para o brasileiro enfrentar a adulteração de combustíveis. Trata-se de um sistema que detecta, na hora do abastecimento, a qualidade do produto. Se houver fraude, um dispositivo aciona uma luz no painel do veículo.

Além dos sistemas voltados para os automóveis, já é possível ver nas ruas ônibus rodando com etanol e biodiesel. O álcool continua sendo a grande aposta da indústria automotiva. No segmento das duas rodas, a Delphi e a Marelli mostraram motocicletas flexíveis em combustível.

Nanotecnologia nos acabamentos

Tampão em fibras de milho, console com plástico de garrafas pet e espuma que se auto-regenera são produtos recicláveis desenvolvidos por meio da nanotecnologia. Cada vez mais, os veículos vão ter de apresentar itens renováveis. É uma tendência da indústria mundial.

Economizando a energia

Os vidros serão de policarbonato, mais resistentes a vandalismo e com camada protetora para raios solares. Com isso, menor exigência do ar-condicionado e melhor conforto ao dirigir, além de custo de produção reduzido.

A Bosch apresentou o Global Blower Module, um sistema para aplicações em ventilação que reduz o consumo de energia elétrica, oferecendo maior desempenho ao motor, além de diminui o nível de ruído. Em poucas palavras, trata-se de um alternador extra que carrega quando o ar-condicionado está funcionando. Outra novidade da marca é o Energy Braking Recover, sistema capaz de recuperar a energia do freio motor, contribuindo para a redução de consumo e emissões

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